Solistas dissonantes: História (oral) de cantoras negras

R$40,00
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Autor: Ricardo Santhiago
 Ano: 2009
Preço: R$ 40,00
ISBN: 978-85-62959-00-4
Formato 27x20, 296 páginas 

 

_ Sinopse _

Autor vencedor do 2012 Article Award da Oral History Association, prêmio concedido ao melhor artigo de história oral do último biênio, fruto da mesma pesquisa que deu origem a Solistas Dissonantes.

 

Em Solistas Dissonantes: História (oral) de cantoras negras, Ricardo Santhiago apresenta histórias orais de treze cantoras negras brasileiras: Adyel Silva, Alaíde Costa, Arícia Mess, Áurea Martins, Eliana Pittman, Graça Cunha, Ivete Souza, Izzy Gordon, Leila Maria, Misty, Rosa Marya Colin, Virgínia Rosa e Zezé Motta. Elas mostram como instituíram e consolidaram, na soma de conquistas individuais, uma nova história (oral) na música popular feita no Brasil. Emocionantes, intensas e reveladoras, suas histórias (orais) são solos surpreendentes em um encantador arranjo vocal.

 

"Uma ideia forte e cheia de dilemas – a presença da cantora negra na música popular brasileira e sua autoridade no universo artístico de nosso país – é o mote de Solistas Dissonantes: História (oral) de cantoras negras. Com uma linguagem envolvida e emocional, que demonstra sua proximidade com o assunto, Ricardo Santhiago, pesquisador jovem, sério e coerente, desenvolve um trabalho de muito interesse e oferece uma rica contribuição documental à história da música" - Jerusa Pires Ferreira

 

Conteúdo _

Prefácio: O dom e o ofício, por Cida Moreira

Introdução: Ouve, meu amor, escuta a voz...

Histórias
Adyel Silva – “Se você diz que não pode, eu vou e faço”
Leila Maria – “Registro tudo, mas passo. Não carrego isso comigo”
Virgínia Rosa – “A música é uma coisa efervescente, que me faz viver melhor”
Misty – “Em todos os movimentos da vida, cantei!” 
Izzy Gordon – “Recebi como herança o orgulho e a autoestima” 
Graça Cunha – “Minha tradição é um caldeirão de tradições”
Arícia Mess – “Quebrei muitas barreiras para virar artista” 
Ivete Souza – “Nunca fui de passar despercebida”
Eliana Pittman – “Quem quiser que me leve como estou no pacote”
Zezé Motta – “Sempre quis ser ‘cantriz’!”
Rosa Marya Colin – “O que quero da vida é aprender”
Áurea Martins – “Não uso nenhum disfarce”
Alaíde Costa – “Jamais vão me dizer o que devo fazer”

Desenlace: Longe, longe, ouço aquela voz que o tempo não vai levar...

Posfácio: As cores da voz-música, por Heloísa de Araújo D. Valente

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