[Livro em pré-venda: Envio a partir de 15 de junho]

Título: A capitalidade em disputa: O Festival Cinematográfico do Distrito Federal e outros festivais no Brasil dos anos 1950
Autores: Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Juliana Muylaert Mager
Ano: 2022
ISBN: 978-65-86903-26-3
Formato: 16x24 cm
Páginas: 152

 

_ Sinopse _

Na década de 1950, diversos festivais de filmes foram criados num momento de destaque do cinema brasileiro nos certames europeus, como Cannes e Veneza. O Festival Cinematográfico do Distrito Federal foi uma dessas iniciativas, destacando-se por sua continuidade ao longo de sete edições, de 1953 a 1959. Projetado como um evento de abrangência local, com premiações voltadas aos filmes e realizadores do Rio de Janeiro, explorava os aspectos turísticos e o glamour do tapete vermelho, recebendo delegações internacionais nas recepções em grandiosas salas de exibição da capital ou nas sedes das instâncias governamentais. O livro A capitalidade em disputa descortina não apenas os detalhes de suas sete edições como também as tensões políticas envolvendo o universo cinematográfico, além de evidenciar a disputa pela capitalidade entre Rio, São Paulo e Brasília.

 

_ Conteúdo _

Prefácio: No tapete vermelho, Tunico Amancio

Apresentação

Festival Cinematográfico do Distrito Federal, 1951 a 1959
1.1 Principais dados das edições do Festival Cinematográfico do Distrito Federal (1953-1959)
1.2 O Festival e a imprensa
1.3 O Festival e a política

As imagens do Rio de Janeiro no Festival Cinematográfico do Distrito Federal
2.1 A cidade e as notícias sobre o Festival do Distrito Federal
2.2 O Rio de Janeiro nos filmes premiados
2.2.1 Dramas realistas/Filmes independentes/Neorrealismo
2.2.2 Chanchadas/Comédias
2.2.3 Curtas-metragens
2.2.4 A geografia imaginativa nos filmes

Considerações para uma história dos festivais de filmes no Brasil nos anos 1950
3.1 Festivais de cinema nos anos 1950: circuitos internacionais, cultura e diplomacia
3.2 Festivais e cinema no Brasil dos anos 1950
3.3 I Festival Internacional de Cinema do Brasil
3.4 Festivais de filmes: algumas notas historiográficas

Conclusões: A capitalidade em disputa

Referências

Agradecimentos

 

_ Sobre os autores _

CARLOS EDUARDO PINTO DE PINTO é doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com tese sobre a representação do Rio de Janeiro pelo Cinema Novo, e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Publicou artigos e capítulos sobre as relações entre cinema, história e cidade, destacando-se “Para além do hedonismo – a representação das praias cariocas no cinema moderno brasileiro (1955-1970)”, em Fotograficamente, Rio (2016).

JULIANA MUYLAERT MAGER é doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde defendeu sua tese sobre a relação entre festivais audiovisuais e usos públicos do passado, tendo como objetos o É tudo verdade e o Recine (2019). É autora do livro Jogo de cena: história, memória e testemunho no documentário de Eduardo Coutinho (2021). Atualmente, realiza estágio pós-doutoral no Laboratório de História Oral e Imagem da UFF.

[Pré-venda] A capitalidade em disputa: O Festival Cinematográfico do Distrito Federal e outros festivais no Brasil dos anos 1950 - Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Juliana Muylaert Mager

R$44,00 R$38,00
[Pré-venda] A capitalidade em disputa: O Festival Cinematográfico do Distrito Federal e outros festivais no Brasil dos anos 1950 - Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Juliana Muylaert Mager R$38,00

[Livro em pré-venda: Envio a partir de 15 de junho]

Título: A capitalidade em disputa: O Festival Cinematográfico do Distrito Federal e outros festivais no Brasil dos anos 1950
Autores: Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Juliana Muylaert Mager
Ano: 2022
ISBN: 978-65-86903-26-3
Formato: 16x24 cm
Páginas: 152

 

_ Sinopse _

Na década de 1950, diversos festivais de filmes foram criados num momento de destaque do cinema brasileiro nos certames europeus, como Cannes e Veneza. O Festival Cinematográfico do Distrito Federal foi uma dessas iniciativas, destacando-se por sua continuidade ao longo de sete edições, de 1953 a 1959. Projetado como um evento de abrangência local, com premiações voltadas aos filmes e realizadores do Rio de Janeiro, explorava os aspectos turísticos e o glamour do tapete vermelho, recebendo delegações internacionais nas recepções em grandiosas salas de exibição da capital ou nas sedes das instâncias governamentais. O livro A capitalidade em disputa descortina não apenas os detalhes de suas sete edições como também as tensões políticas envolvendo o universo cinematográfico, além de evidenciar a disputa pela capitalidade entre Rio, São Paulo e Brasília.

 

_ Conteúdo _

Prefácio: No tapete vermelho, Tunico Amancio

Apresentação

Festival Cinematográfico do Distrito Federal, 1951 a 1959
1.1 Principais dados das edições do Festival Cinematográfico do Distrito Federal (1953-1959)
1.2 O Festival e a imprensa
1.3 O Festival e a política

As imagens do Rio de Janeiro no Festival Cinematográfico do Distrito Federal
2.1 A cidade e as notícias sobre o Festival do Distrito Federal
2.2 O Rio de Janeiro nos filmes premiados
2.2.1 Dramas realistas/Filmes independentes/Neorrealismo
2.2.2 Chanchadas/Comédias
2.2.3 Curtas-metragens
2.2.4 A geografia imaginativa nos filmes

Considerações para uma história dos festivais de filmes no Brasil nos anos 1950
3.1 Festivais de cinema nos anos 1950: circuitos internacionais, cultura e diplomacia
3.2 Festivais e cinema no Brasil dos anos 1950
3.3 I Festival Internacional de Cinema do Brasil
3.4 Festivais de filmes: algumas notas historiográficas

Conclusões: A capitalidade em disputa

Referências

Agradecimentos

 

_ Sobre os autores _

CARLOS EDUARDO PINTO DE PINTO é doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com tese sobre a representação do Rio de Janeiro pelo Cinema Novo, e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Publicou artigos e capítulos sobre as relações entre cinema, história e cidade, destacando-se “Para além do hedonismo – a representação das praias cariocas no cinema moderno brasileiro (1955-1970)”, em Fotograficamente, Rio (2016).

JULIANA MUYLAERT MAGER é doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde defendeu sua tese sobre a relação entre festivais audiovisuais e usos públicos do passado, tendo como objetos o É tudo verdade e o Recine (2019). É autora do livro Jogo de cena: história, memória e testemunho no documentário de Eduardo Coutinho (2021). Atualmente, realiza estágio pós-doutoral no Laboratório de História Oral e Imagem da UFF.