Mario Baldi, o photoreporter do Brasil: Uma história sobre fotografias, narrativas e mediação cultural

R$50,00

Título: Mario Baldi, photoreporter do Brasil: Uma história sobre fotografias, narrativas e mediação cultural
Autor: Marcos de Brum Lopes
Ano: 2021
Preço: R$ 50,00
ISBN: 978-65-86903-18-8
Formato: 16x23 cm
Páginas: 328

 

_ Sinopse _

Entre 1921 e 1957, o fotógrafo austríaco Mario Baldi atuou no Brasil e produziu um notável conjunto de imagens. Os olhares, enquadramentos, vínculos institucionais e processos criativos de Baldi, que lutava para construir sua carreira fotojornalística e que acabou se envolvendo com agentes históricos tão distintos quanto os descendentes da Família Imperial do Brasil e os povos indígenas brasileiros, são alguns dos temas trabalhados pelo historiador Marcos de Brum Lopes neste livro, fruto de mais de uma década e meia de pesquisas, no Brasil e na Áustria. Entre fotografias e narrativas, essa é uma história sobre como um mediador cultural – o sujeito-fotógrafo – se aproxima de seus temas, mas também sobre como seus temas – os sujeitos-fotografados – se apresentam ao fotógrafo e aos que olham as imagens.

 

_ Conteúdo _

Apresentação, por Ana Maria Mauad

Introdução

1. Nach Brasilien: Narrativa e imigração
Primeira juventude, a I Guerra Mundial e o êxodo europeu
A família Baldi entre a Ausbildung e a Deutschtu
A viagem como rito e escrita de si

2. Viagem e fotografia nos anos 1920
A imprensa ilustrada
“O lado amanteigado da vida”: O projeto Dom Pedro
Alteridade cultural: O olhar de Mario Baldi nos anos 1920

3. Entre a Etnologia e o fotojornalismo
“Este infeliz Europa”
Missão Bororo: Etnologia e propaganda religiosa
A fotografia e os espelhos da vida moderna
Mario Baldi em A Noite Illustrada

4. Oeste vazio: Fotografias de um Brasil para os brasileiros
A herança rondoniana
Os índios d’A Noite
Tirando a máscara

5. Fotografia e indiologia: Imagens e narrativas da alteridade
“A singular aventura da jovem Doralice Avelar”
Um índio narrador
Os últimos índios da Água Grande
A indiologia como infância da humanidade

Conclusão ou a imagem técnica como versão da história
Versões de si e fotobiografias
Índígenas, fotógrafos e câmeras

Epílogo: “Queria morrer entre os índios...”

 

_ Sobre o autor _

MARCOS DE BRUM LOPES é Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atuou como pesquisador do Serviço de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura de Teresópolis, onde iniciou seu trabalho com a Coleção Mario Baldi. Desde 2010, é historiador e Técnico em Assuntos Culturais do Museu Casa de Benjamin Constant, Ibram, além de pesquisador associado do Laboratório de História Oral e Imagem, da UFF. Foi Fulbright Scholar-in-Residence na Spokane Community College (WA, EUA) entre 2015 e 2016; Professor Substituto de Teoria no Departamento de História da UFF, em 2017; e Professor Visitante do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre 2019 e 2021.

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